Carnívoros Anônimos

Carnívoros Anônimos é um projeto idealizado por participantes da Revolução da Colher, sabendo que muitas pessoas, mesmo conhecendo os benefícios do vegetarianismo para a saúde do indivíduo, da sociedade e do meio ambiente, não conseguem deixá-la por algum motivo. Para eles oferecemos esta seção com depoimentos de ex-onívoros e de vegetarianos.

Depoimento de Samir Mourad

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Depoimento de Samir Mourad

Parei de comer carne, faz uns 2 para 3 anos ja… tudo bem que eu queria ter nascido sem consumir carne ..mas infelizmente nao foi assim a minha criação … comi carne a vida toda … nem tanto Bife propriamente dito …mas em alimentos relacionados ..tipo coxinha … lanches … etc … e desde moleke eu comia mas nao parava de pensar nos animais … TENSO … e vivia dizendo pra minha mãe … mas faltava um empurrão …e os Videos na internet foram um dos fatores mais fortes..foi o empurrão que eu precisava …. se uma pessoa esta quase virando Veg …os videos são a melhor escolha …Hj em dia até a carne de soja me da nojo só por parecer carne de verdade …e eu ADORO QUE ISSO ACONTEÇA! ..pois carne no meu cardápio, NUNCA MAIS!!!!!!!! e tenho dito..FOI A MELHOR MUDANÇA DA MINHA VIDA!!! Posso não mudar o Mundo, talvez. Mas a minha realidade já é outra faz tempoooooo… e com esperança que a realidade dos animais sejam outra num futuro proximo ….. valeu!!!   Veja o documentário “Terráqueos”: http://www.youtube.com/watch?v=vPtrekRyTMA...

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Depoimento de Cleo Pires

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Depoimento de Cleo Pires

Tenho cinco cachorros e quando você tem um bicho, começa a questionar muita coisa. Comecei a ver vários filmes sobre veganismo e comecei a ficar com muito nojo de tudo. Eu já comia produtos orgânicos, mas por ignorância achava que seria impossível substituir a...

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Depoimento de Thyago Santos

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Nunca fui muito adepto a carne, comia por obrigação, precisa de proteína, como todos dizem. Mas quando comecei a minha graduação conheci vegetarianos que me deram o documentário de “A Carne é Fraca”. Depois de soluçar aos montes comecei a ir atrás de embasamento para não ‘prejudicar minha saúde’. E desde então (levando-se em consideração o dano ambiental que a pecuária extensiva causa) mudei meus hábitos e há 6 anos não como carne!

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Depoimento de Carmen Sampaio

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A carne era para fornecer proteína, pois sem ela, a proteína animal… eu não seria ninguém. E esta falácia multiplicada, foi motivo até para levar uns petelecos da minha tia, que a mim, queria bem, e obrigava meu corpo a “comer o bom bife”. Até que Pinocchio, o meu cão salvador, ficava ao pé da mesa, tomando aquilo que meu corpo não mais queria. Sim, foi com a ajuda do 4 patas do meu primo, quecomecei a ficar livre da dor. Pois ainda tive o azar de comer meu frango de estimação; o Francisco. A dor foi de tal grandeza, que dias e dias me deixaram ir e vir ao hospital, ao saber que meu tio tinha feito a brincadeira de “- Fazer caldo”, daquele que dormia nos meus pés, o Frango Francisco. Com o tempo, aos poucos, fui descobrindo que existem formas de ter saúde, sem comer o que de mim foge. Sim, se tentamos pegar um galinha, peixe ou vaca para matar, eles fogem! Experimente pra ver. Então a estrada é longa. Não vou dizer que foi por compaixão, porque não sou tão evoluída. Vou dizer a verdade, foi porque o sabor da carne, o cheiro da carne, não gera prazer. E ainda deixa o cheiro humano horrendo. Foi por vaidade, por fúria, por raiva e por mágoa que deixei de comer carne. Pois ao comer carne, sinto forte desequilíbrio, moleza, cansaço. Foi também por fazer a matemática: – É muito mais econômico, pois não gasto com medicações e médicos, tenho mais saúde há 24 anos. Mas devo confessar: vez ou outra ainda roubo um pouco do bezerro, pois eventualmente tomo sorvete e gosto de queijo. Um dia, quando for evoluída, permito a compaixão completa e deixo este, que é um vício, e permito que vacas e bezerros não mais sejam roubados por mim. Juro que estou tentando. Minha ambição? Me tornar...

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Depoimento de Bruno Ananda

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Eu não sou exatamente Vegetariano, pois respeito a solicitações do corpo… e assim como respeito os animais, me respeito também. Parei de comer “Carne Vermelha” e consequentemente “Carne Branca” em meados de 2000, quando fui morar em Floríanópolis. A cultura do Sul do Brasil é muito voltada ao carnivorismo (é cultural), lá se come carne de tudo quanto é tipo, e de tudo quanto é jeito… Na época eu comia carne, mas não era fanático… comia, pois como a maioria das familias de “classe média” tinha esse elemento na mesa. Quando me mudei para Florianópolis, os churrascos eram frequentes… em um deles no final eu me senti super pesado, e naquele dia passei muito mal… corpo pesado… sem vontade de comer mais nada… cólicas… enjôo… tive essas reações por 3 dias seguidos, e somente me “curei” após uma “dieta” intensa de “boldo” (erva medicinal que estimula os rins e forra o estomago). Logo pensei: “Deve ser a carne que é de segunda” (aqui no Brasil, não sei no resto do mundo, existem diversas qualidades de carnes, inclusive carnes que necessitam ser amaciadas ou “disfarçadas”). Depois desse dia, continuei minha vida, mas como estava morando sozinho (longe da minha familia), não comprava, nem fazia carne em casa. Após uns 3 meses, subi para São Paulo para visitar a minha familia, e minha mãe fez um almoço daqueles… “Strogonoff”… só que dessa vez, a carne era “certificada”… de “1a”, nós sabiamos a procedência e a qualidade da carne, como sempre havia sido em toda minha vida… Novamente passei muito mal… Entendi então como o meu corpo se comunicando comigo… ele estava rejeitando aquele alimento, e eu não estava disposto a continuar sofrendo… Como, longe da casa dos meus pais, eu não comia carne e não sentia falta de comer, parar de vez foi simplesmente uma tomada de decisão (a favor da minha saúde). É claro que essa tomada de decisão não foi fácil perante a sociedade que me vê como uma “aberração”… mas não ligo mais para isso… sei nutrir as necessidades do meu corpo, com tudo que preciso para manter minha boa saúde e a mente sã. Nesses 12 anos de auto-aprendizado de “parar de comer carne”, eu olhei muito para mim mesmo e aprendi muito com o meu corpo, aprendi a escuta-lo e principalmente respeita-lo. Nesses 12 anos eu parei definitivamente todas as carnes vermelhas e aves, mas continuei comendo peixes e frutos do mar. Esse meu jeito de me respeitar, fez com que eu não fosse aceito inclusive pelos vegetarianos e vegans “fervorosos” que não compreendiam eu “comer peixe”, afinal, os peixes também são animais, possuem vida e são “carne”. Parei de comer “peixe” há uns 3 anos, dessa vez por ideologia; Escutei uma materia na televisão de um estudo feito com a vida marinha, e o estudo mostrou que nos ultimos 200 anos, 1/3 da vida marinha se extinguiu; em grande parte, isso se deveu à poluição e à pesca predatória. Parei de comer “peixe”, mas sei me respeitar… meu corpo “conversa” comigo, e sabendo ouvi-lo, sempre que sinto vontade, me permito comer “peixes e frutos do mar”, pois são alimentos que eu gosto. Acho que minha diferença de visão é sutil, mas no meu processo, essencial. Faz uns 2 anos escrevi um texto sobre a “Alimentação Consciente”; esse é um “texto” (geralmente é uma conversa), que gosto de passar para os carnivoros, quando sinto que há abertura para receber o ensinamento; ele ilustra claramente minha forma de ser, e meu auto-estudo alimentar mais recente. “Alimentação Consciente” (por: Bruno Ananda) Percebi, que quando negamos, agredimos e impomos uma...

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Depoimento de Michaella Andrade

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Boa Noite! Sou vegetariana desde meus 9 anos de idade, quando começei a questionar o que eu estava colocando em meu prato todos os dias; Comecei buscando vídeos sobre o abate dos animais e a dor que eles são submetidos, depois fui pesquisar métodos alternativos de alimentação… No início foi bem difícil pelo fato da minha família não aceitar, e ainda mais por conta da minha idade, todos falavam que era “rebeldia do momento” e que um dia eu ia largar a mão disso… Bom, hoje tenho 19 anos e sou muito FELIZ com a escolha que tive a 10 anos atrás… Me sinto mais leve, e sem me aproveitar dos seres lindos que são os animais do nosso planeta. Estou cursando Biologia agora, e entro muitas vezes em discussões feias com os professores sobre testes científicos em animais. ACHO UM ABSURDO! E ainda mais porque existe metodos alternativos, mas são super mais caros… Até aonde o humano vai ter essa visão antropocentrica de que somos melhores do que os animais?! “O amor pelos animais aumenta o grau Cultural do...

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Depoimento de Bia Dantas

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O fato de comer animais sempre me incomodou, desde a adolescência eu ja achava estranho esse negócio de comer bichos. Mas eu não sabia que existia esse negócio de não comer! Então eu passava por fases se comer, fases comendo, mas comia. Até que em 2007 comecei a ter contato com pessoas vegetarianas. Nunca me foi imposto nada, eu fui buscar a verdade sobre como os animais são tratados e mortos para alimentação. Decidi deixar a caner fora da minha alimentacao em 27 de dezembro. Choquei a família. Afinal eu não comeria a ceia de Ano Novo. rssss…. e foi justamente naquele ano que resolveram fazer um leitão, inteiro, com maça na boca inclusive. Ali eu tive certeza que jamais voltaria a colocar um pedaço de cadáver na boca novamente. Hj sou iniciante na alimentação frugívora, depois de ter sido vegetariana e vegana. Abraços a...

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“Como me Tornei Vegetariano” por Laércio Vinícius Almeida

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No segundo semestre de 2007 minha noiva conseguiu entrar para faculdade e começou a cursar psicologia. Logo no primeiro período ela encarou as desconfortáveis aulas de anatomia e, com o passar das aulas, ela foi associando o tecido muscular humano ao tecido muscular dos bifes e cubos de carne que recheavam nossos refogados de legumes e lasanhas. Isso acabou por gerar uma repulsa no ato de comer esses ingredientes da culinária, até então necessários a nossa boa saúde.   Ela parou de comer pedaços de carne e passou a consumir somente hambúrgueres, stickers de frango, presunto, salsicha… Enfim… Evitava tecidos musculares que lembrassem os dos cadáveres no laboratório de anatomia e passou a comer carne processada e embutida. Apesar do mito da carne ser forte em nossas vidas, eu já havia lido algum material sobre os possíveis e dramáticos danos a saúde que esse tipo de produto pode causar, e causa, a nossa saúde. Também já havia tido algum contato com o modo de pensar filosófico e sabia que certas questões só se resolvem mostrando os fatos como eles são e não como queríamos que eles fossem. E, levado pelo mito mais que arraigado de que carne é indispensável ao bem viver, lá fui eu buscar argumentos pela web discada (rsrs… isso mesmo, de 40 a 60kbps) para fazer minha amada voltar a comer carne em suas refeições e não correr o risco de ficar com anemia, falta de proteína e muitos outros males que a falta da carne supostamente poderia causar.   Em menos de um dia de pesquisa já comecei a estranhar os resultados que o Google me retornava, mas fui insistindo, trocando os termos e quanto mais eu tentava procurar justificativas para o consumo de carne mais eu encontrava motivos para não se comer, de jeito nenhum, carne alguma, nem de peixe! Mas como assim, nem de peixe?! É o alimento mais saudável que existe! Não estava entendendo nada…   Vim da roça, Cabeceira do Pirapitinga, onde cidade mais próxima era a três horas andando com as próprias pernas ou duas com as pernas do cavalo. Onde se escolhe um porquinho da ninhada, vende os outros para os vizinhos, cria-se o porquinho escolhido com lavagem (restos da comida da família) até quando ele se torna um capado (engorda tanto que mal consegue ficar em pé), era escolhido um dia, sábado ou domingo, para que assim a vizinhança pudesse ajudar a destrinchar o pobre a animal. Se o porco era calmo, despejávamos a lavagem no cocho e enquanto ele comia distraído, erguíamos o machado e em um golpe bem certeiro na testa era deferido (um estalo do traumatismo era ouvido a distancia e seguido de um choro do animal), se não fosse um porco calmo, tínhamos que laçar pelo pescoço e amarrar os membros e, aí sim, a machadada o fazia ficar com os movimentos limitados (mas o fim era o mesmo, o estalo e o choro), (estou respirando profundamente para poder escrever estas palavras que relatam minha infância, não é fácil ter participado disso…) e então era hora de apunhalá-lo bem no coração. Se não houvesse erros o porco chorava desesperado por uns três minutos, se a machadada e a punhalada não fossem precisas o choro desesperado era ouvido por vários minutos. Os mais antigos (pessoas de mais idade cronológica) pediam para as crianças saírem de perto, pois, se alguém estivesse olhando a cena com pena (compaixão e busca por alteridade, depois eu fui entender isso) o porco não morreria nunca e agonizaria para sempre. Então as crianças tinham que sair sempre de perto. Não vou...

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